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Dicas, cuidando das unhas.

dez 19

Segredinho da vovó.

A brasileira é, de acordo com a Abihpec (Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos),

a segunda maior consumidora de esmaltes do mundo, perdendo apenas para as americanas o primeiro

lugar no ranking das “esmaltemaníacas”. Mas, enquanto a preocupação estética parece andar em alta por aqui,

a preocupação com a saúde das unhas e cutículas não caminha na mesma proporção

– a incidência de doenças e inflamações no Brasil é bem maior do que em alguns países.

Segundo especialistas, o motivo principal desse índice é o fato de nós sermos um dos poucos países

do mundo onde se retira a cutícula semanalmente na hora de pintar as unhas.
Contorno perfeito

O hábito de retirar a cutícula está diretamente ligado à beleza do contorno da unha.

Mas isso não quer dizer que seja impossível ter um desenho bonito se não retirá-la.

Para a diretora da Escola Internacional de Manicures Mavala,

em Londres, Jennifer Wiles, tudo é uma questão de técnica.

“Para deixar o contorno da unha bonito, sem retirar as cutículas, é só passar um creme amolecedor

e empurrá-las com um palitinho de ponta quadrada.

Isso vai ajudar a eliminar as células mortas sem agredir as cutículas

e o contorno ficará perfeito e pronto para a esmaltação”, ensina a especialista

de um dos maiores centros de cuidados e treinamentos do mundo.

Perigo do alicate 

Vivemos em um país onde tirar a cutícula é um aspecto cultural, ou seja, quase inevitável.

É importante que esse procedimento seja feito de maneira segura, isto é, com um alicate próprio

, que a cliente leva para o salão.

Assim não corre o risco da manicure utilizar uma ferramenta que não esteja devidamente higienizada.

“Cada um deve ter seu próprio alicate, assim como a escova de dentes.

Caso contrário, se expõe a riscos como contaminação com bactérias, fungos ou mesmo vírus, como o da hepatite B e C”,

explica a dermatologista Paulina Kede, do Rio de Janeiro.

“A esterilização em forninhos é arriscada, pois algumas bactérias e vírus são resistentes

a temperaturas abaixo de 120 graus, por menos de 20 minutos.

Somente uma autoclave a 124 graus por pelo menos 20 minutos garante a esterilização

correta das ferramentas, mas não é todo salão que dispõe desse recurso”, justifica a médica.

Hidratação

Manter as unhas hidratadas e nutridas é a melhor saída para evitar qualquer tipo de alergia ou irritação.

“A unha é uma placa de tecido vivo.

Além da queratina, existem altas concentrações de sais minerais que precisam ser repostos,

por conta do desgaste da esmaltação frequente.

Portanto, a hidratação deve ser diária, na região em volta da unha quando elas estiverem esmaltadas e,

pelo menos duas vezes por semana, nas unhas sem esmaltes”, sugere Jennifer Wiles, de Londres.

“Hidratar é importante porque melhora o aspecto da pele, protege, devolve elasticidade e previne danos à pele,

cutícula e unha. É um tratamento intensivo mesmo, que associa nutrição e revitalização.

Os produtos mais indicados devem conter óleo de canola, manteiga de karité, ômega 3, 6 e 9,

óleo essencial de lavanda e hidratantes potentes como a uréia”, esclarece Sheila Gonçalves,

lembrando que as unhas dos pés também precisam de cuidados

Pausa no esmalte 

Embora aqui no Brasil seja quase uma lei pintar as unhas a cada sete dias, médicos e técnicos do assunto são unânimes ao

afirmar que as unhas precisam respirar.

Traduzindo: em vez de retirar o esmalte na manicure, para em seguida pintar de novo,

é importante removê-lo dias antes do retorno ao salão.

“É fundamental deixar a unha respirar sem química.

Pelo menos de dois a três dias antes de pintar de novo e, se for possível,

ficar uma semana sem esmalte a cada três meses”, aconselha a dermatologista Paulina Kede, do Rio de Janeiro

Esmaltes

Pintar as unhas com um esmalte de qualidade também previne problemas.

“O esmalte pode danificar a unha, já que sua formulação contém vários agentes

químicos que podem ressecar, provocar manchas e alergias,

por isso é mais seguro escolher sempre os de boa qualidade”, ressalta a cosmetóloga Sheila Gonçalves.

“De fato, ele danifica a superfície da unha, mas o uso de uma base antes da aplicação do esmalte evita este problema”,

complementa Jennifer Wiles. Um bom esmalte deve ter as seguintes características: ser hipoalergênico e não causar

enfraquecimento e ressecamento excessivo das unhas, além de não provocar manchas brancas sobre as unhas.

Para saber, basta observar as condições da unha ao retirá-lo. Ao menor sinal de alergia ou irritação,

vale descartá-lo na próxima ida ao salão.

Fonte  www.estilo.uol.com.br

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